6 filmes de vergonha alheia (no melhor sentido)

Lukito
Por
Lukito
Criador, Escritor, Admirador do Lendário Sam Raimi. Tento parecer legal.

Existem poucas comédias que nos fazem querer cobrir os olhos com as mãos de tanta vergonha alheia, mas que, por algum motivo, queremos continuar assistindo.

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Este ano, Olivia Wilde atuou e dirigiu uma produção exatamente assim, que é totalmente desconfortável e vergonha alheia. Porém, no melhor sentido possível.

Esse tipo de filme funciona porque projeta nos personagens os nossos próprios medos. Afinal, quem nunca se sentiu envergonhado quando falou algo fora de hora, contou uma piada num grupo errado de amigos ou teve que enfrentar algum silêncio constrangedor durante um jantar?

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No fundo, rimos dessas situações porque, felizmente, o vexame da vez não é nosso. É essa sensação de alívio misturada com riso frouxo que dita a lista de títulos que selecionamos abaixo.

O Convite

Penélope Cruz e Olivia Wilde em O Convite (2026)

Para começar com o mais recente filme totalmente vergonha alheia, O Convite, dirigido por Olivia Wilde, que também integra o elenco.

Ambientado no apartamento aconchegante de Angela e Joe, os dois decidem convidar seus vizinhos para um jantar em sua casa. Durante as variadas conversas entre eles, Hawk e Pina, os convidados, revelam que aceitaram o convite exclusivamente para chamarem o casal para uma pegação em grupo. Acontece muitas outras conversas desconfortáveis, mas hilárias e muito divertidas.

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Napoleon Dynamite

Quem acredita que sua adolescência foi estranha, é porque nunca assistiu Napoleon Dynamite. O garoto é um esquisito, totalmente fora do padrão social e ainda de quebra pertence a uma família para lá de bizarra.

Diferente de muitas comédias, este filme não joga piadas prontas na sua cara, mas te faz rir pelo absurdo de ver alguém agir com tanta naturalidade numa situação de constrangimento.

Borat

No mais alto escalão do constrangimento alheio, Borat, uma das melhores comédias com Sacha Baron Cohen, que por acaso nunca mais seremos contemplados com algo parecido.

As gravações desse longa ocorreram de maneira bem diferente do comum, com os coadjuvantes que aparecem durante a viagem do protagonista aos Estados Unidos não sabendo que estão em uma produção grande de Hollywood.

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Isso gerou muito burburinho na época, mas em consideração, recebemos diversas cenas engraçadas que causam um desconforto gigantesco. Borat ganhou uma sequência em 2020, excelente assim como o primeiro.

Entrando Numa Fria

Uma das obrigações mais difíceis da vida adulta é, sem dúvidas, ter que conhecer os sogros.

Ao tentar impressionar o sogro, que é um ex-agente da CIA vivido por ninguém menos que Robert De Niro, o protagonista (Ben Stiller) entra numa bola de neve de mentiras, enquanto destrói as cinzas da avó e arruína o jantar em família por completo.

Toda tentativa de consertar o erro, Greg deixa o relacionamento com o seu sogro ainda pior. A sensação de assistir sabendo que a verdade vai aparecer a qualquer momento, dá vontade genuína de pausar para respirar.

Entrando Numa Fria vai ganhar uma sequência este ano, com a cantora e atriz Ariana Grande integrando no elenco original.

Quem Vai Ficar Com Mary?

Ted é um jovem mancebo que tem o sonho de levar Mary ao baile de formatura. Tudo dá errado e, anos mais tarde, ele contrata Pat para localizá-la na tentativa de se reaproximarem.

O que acontece é que todos os rapazes do longa se apaixonam por Mary, virando uma briga para ver quem vai conquistar o coração da moça primeiro.

Quem Vai Ficar Com Mary merece ser assistido por ter Ben Stiller no elenco, além de Cameron Diaz no seu auge da beleza.

Superbad: É Hoje

Superbad É Hoje

A memorável jornada de Fogell, Evan e Seth tentando comprar bebidas alcoólicas para impressionarem garotas tinha tudo para ter um final feliz, mas os jovens transformam a noite num verdadeiro pesadelo, com direto a fuga na polícia, identidade falsa e vômito.

Superbad: É Hoje conquistou o patamar de melhor comédia dos anos 2000, que por sinal, apresentou inúmeros momentos de pura vergonha alheia.

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