Halloween III A Noite das Bruxas (1982)

5 filmes de terror desconhecidos para ver neste Halloween

Lukito
Por
Lukito
Criador, Escritor, Admirador do Lendário Sam Raimi. Tento parecer legal.

E mais uma vez, como em todos os anos, outubro é Halloween.

Data tão especial para os americanos, que se reúnem para enfeitarem suas casas com abóboras e para ganhar guloseimas de graça nas ruas. Por aqui só maratonamos terror mesmo.

Se você é usuário de Letterboxd, deve conhecer alguém que se acha o entendido de terror, que não importa quem dirigiu o longa, quanto custou o orçamento ou quantas pessoas viram, ela vai estar lá dando pitaco.

Isso é uma parada que eu amo: descobrir novas obras de terror, principalmente quando te surpreende com uma direção competente, um bom elenco e uma trama que prende do início ao fim.

Por esse motivo, pensando em quem também enfrenta esse mesmo problema de encontrar filmes de terror poucos conhecidos, montei essa lista, que aos poucos serão adicionadas mais e mais, conforme vou descobrindo novos.

A Última Casa

Aaron Paul (A Última Casa, 2009)

É literalmente o último filme de terror que descobri, que alias me surpreendeu bastante.

Primeiro que tem Aaron Paul vivendo uma versão 2.0 do personagem Jesse Pinkman, que aqui está ainda mais noiado e estiloso. Segundo que a violência de A Última Casa é uma coisa que nunca presenciei em nenhuma outra obra.

Muito pesado e corajoso o estúdio deixar passar uma cena daquela.

No mais, tirando toda a aflição que tive assistindo, a trajetória deixa o espectador bastante empolgado para ver os bandidos se ferrando. Krug, Francis e Sadie, todos com finais satisfatórios.

Handsome Guys

Lee Kyuhyung (Handsome Guys, 2024)

Calma lá, hein! Não critique à primeira vista por ser uma produção coreana.

Handsome Guys é um remake sul-coreano de Tucker e Dale Contra o Mal, outro longa meio desconhecido. Essa versão, porém, aposta num nível superior o terror sobrenatural.

Na trama, dois rapazes compram uma cabana, sem saber que no sótão dela existe um espírito maligno prestes a ser libertado a qualquer momento. Assim como no original, o humor é presença contínua durante os mal-entendidos dos jovens da cidade.

Halloween 3: A Noite das Bruxas

Halloween III A Noite das Bruxas (1982)

Essa terceira sequência de Halloween vale entrar na lista porque é um dos menos assistidos pelo público. Ah, e sequer tem o protagonista da franquia.

A falta do personagem Michael Myers não impede Halloween 3: A Noite das Bruxas de ser uma boa opção para assistir na data.

Com uma abordagem um tanto quanto diferente das anteriores, e muito corajosa por sinal, a trama acompanha um médico interpretado por Tom Atkins visitando a cidade de Santa Mira para investigar uma fábrica. As máscaras fabricadas pela Silver Shamrock Novelties, no entanto, fazem parte de um plano de sacrifício em massa de crianças na noite de Halloween por meio de feitiços pagãos.

O que prende de verdade é não saber quem ou não da pequena cidade está mentindo. Excelente dica e a musiquinha da TV vai ficar na sua cabeça por dias.

Temos Vagas

Luke Wilson e Kate Beckinsale em Temos Vagas (Vacancy, 2007)

Pouco provável você conhecer Temos Vagas, mesmo talvez reconhecendo os rostos dos atores Luke Wilson e Kate Beckinsale.

O longa, ambientado num hotel com pouquíssimos clientes por noite, mostra como casais enfrentam o verdadeiro caos psicológico após se hospedarem num dos quartos.

É basicamente um “vou me perder da rodovia principal e passar a noite nesse hotel insalubre”.

Sendo totalmente clichê ou não, o isolamento misturado com os quartos sujos, os atores e o terror que os assassinos mascarados causam, é tudo muito bom.

Quadrilha de Sádicos

Susan Lanier (Quadrilha de Sádicos, 1977)

Quadrilha de Sádicos foi escrito e dirigido por Wes Craven, o mesmo cara por trás de Pânico e A Hora do Pesadelo.

Esse filme foi importante para a época de lançamento, lá em 1977. Além de inspirar novas produções de terror até os dias de hoje, como por exemplo, Pânico na Floresta, que é idêntico, uma cópia descarada.

O longa também recebeu um remake em 2006, bem naquele período onde essas reimaginações estavam em alta. A versão de Alexandre Aja elevou a violência para um nível extremo e é mais lembrada pelo público hoje.

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